Cada pessoa que vem me ver, ou chega aqui em casa com uma outra desculpa qualquer mas sempre acaba no mesmo assunto, o bebê, me pergunta se tenho conversado com ele, se faço carinho na barriga, se ele sabe que sou mãe dele. Eu respondo em tom de brincadeira que ele deve saber, que deve ouvir os outros falarem.
É estranho, porque não me sinto assim, com essa vontade de conversar, simplesmente não consigo.
Nunca me imaginei nessa situação, mãe, sem alguém, sem um namorado, um marido, um companheiro, um colo. Acho que ninguém quer isso.
Sempre imaginei que quando eu estivesse grávida eu iria amar. Que ficaria boba olhando coisinhas de bebê, faria carinho na barriga o tempo todo, conversaria com o meu bebê. Mas não consigo. Fico triste, choro. E por isso sou cada vez mais repreendida.
Sei que isso não faz bem pro bebê, que ele sente tudo isso, mas pra mim ainda está sendo tão difícil.
Sei que já está mais do que na hora de eu me acostumar com a idéia de que agora sou mãe e que não tenho alguém, um companheiro pra me ajudar, pra fazer um carinho e me dar um colo nesse momento em que me sinto tão sozinha.
Sei também que não estou sozinha, que tenho minha mãe, minha família, amigos... e tenho meu bebê, meu João Pedro.
To sensível, chorona (mais do que nunca).
Tenho que parar de pensar no “se ele estivesse comigo...”, “se pelo menos me desse um pouco mais de atenção...”, se... se... se...
Mas sei que tudo seria diferente, que seria mais fácil, pelo menos aqui dentro.
Ta na hora de cair na real, sei que sim, mas...
Porque não consigo?
Porque é tão difícil?
Porque tudo ta assim?
Porque ainda não consigo me olhar e me sentir... mãe.
É estranho, porque não me sinto assim, com essa vontade de conversar, simplesmente não consigo.
Nunca me imaginei nessa situação, mãe, sem alguém, sem um namorado, um marido, um companheiro, um colo. Acho que ninguém quer isso.
Sempre imaginei que quando eu estivesse grávida eu iria amar. Que ficaria boba olhando coisinhas de bebê, faria carinho na barriga o tempo todo, conversaria com o meu bebê. Mas não consigo. Fico triste, choro. E por isso sou cada vez mais repreendida.
Sei que isso não faz bem pro bebê, que ele sente tudo isso, mas pra mim ainda está sendo tão difícil.
Sei que já está mais do que na hora de eu me acostumar com a idéia de que agora sou mãe e que não tenho alguém, um companheiro pra me ajudar, pra fazer um carinho e me dar um colo nesse momento em que me sinto tão sozinha.
Sei também que não estou sozinha, que tenho minha mãe, minha família, amigos... e tenho meu bebê, meu João Pedro.
To sensível, chorona (mais do que nunca).
Tenho que parar de pensar no “se ele estivesse comigo...”, “se pelo menos me desse um pouco mais de atenção...”, se... se... se...
Mas sei que tudo seria diferente, que seria mais fácil, pelo menos aqui dentro.
Ta na hora de cair na real, sei que sim, mas...
Porque não consigo?
Porque é tão difícil?
Porque tudo ta assim?
Porque ainda não consigo me olhar e me sentir... mãe.
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